segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Caminho






Segues tão distante e sem rumo, mas segues a vida sem diluir águas dos olhos. Ombros curvados, olhos fixo, certo que um objetivo o guia, mesmo que em sua face esteja escrito, iludido. A perfeição passa tão perto de sua vida como a vida passa longa sobre seus olhos com corpo surrados e sem vontade de viver. Em horas muito decidida pelo seu caminho em outras horas muito em duvida sobre sua vida. Embora busque a perfeição na essência de toda uma vida, cai tão desesperadamente em um túnel escuro e soberbo. Logo ver-se o caminho, caminho branco, transparente e turvo. Olhar fixamente para ele o traz lembranças boas e felizes. Creio que esse homem queira viver para sempre dessa forma, dessa maneira mecânica de ser. Embora ela não veja mais carinho em suas palavras, sabe que nunca foi o suficiente para ele restaurar suas mágoas. Agora ela parte deixando-o confuso ou talvez certo de que ela nunca o pertenceu, pois o amor nenhum de cada parte deles viveram tão simplesmente e puramente para dizer: Eu amo você

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